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27 novembro, 2012

Still Loving You

 
Time, it needs time
To win back your love again
I will be there, I will be there
Love, only love
Can bring back your love someday
I will be there, I will be there

Fight, babe, I'll fight
To win back your love again
I will be there, I will be there
Love, only love
Can break down the wall someday
I will be there, I will be there

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Your pride has built a wall, so strong
That I can't get through
Is there really no chance
To start once again
I'm loving you

Try, baby try
To trust in my love again
I will be there, I will be there
Love, our love
Just shouldn't be thrown away
I will be there, I will be there

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Your pride has built a wall, so strong
That I can't get through
Is there really no chance
To start once again

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Yes, I've hurt your pride, and I know
What you've been through
You should give me a chance
This can't be the end
I'm still loving you,
I'm still loving you,
I'm still loving you, I need your love
I'm still loving you, (I'm still loving you baby)

I'm Still Loving you, I need your love
I'm still Loving you, I need your love

I need your love .

20 novembro, 2012

Série Cartas - Da que não precisaria ser escrita


Você vai lembrar de mim quando precisar de um colo para repousar a angústia de dias desumanos, quando você precisar de um abraço carinhosamente sincero para aquecer seu coração. Quando lágrimas embargarem sua voz, meus dedos não estarão lá para contê-las, para enxugar seu rosto enquanto lhe olho com ternura na necessidade de amparar toda sua dor, tomar para mim seus sofrimentos e livra-la de todo mal. Se o medo vier para calar sua coragem, minha mão não estará ao seu lado para oferecer-lhe amparo.
Quando minhas mãos não estiverem ao alcanse dos seus cabelos e você olhar para os lados tentando buscar um afago conhecido, eu habitarei apenas nas lembranças de uma época em que seus cabelos ciumentos tentavam a todo custo impedir nossos lábios de se tocarem. Minhas poesias, as canções que cantamos em dueto em tardes apaixonadas ficarão para a recordação. As declarações de um amor verdadeiro que brotou sem motivo, uma semente que germinou transformando-se em frondosa árvore que não teve tempo de dar frutos.
Na calada da noite seus lençois estarão órfãos do homem que tanto lhe desejou como mulher, que tanto desejou fazer adormecê-la aos beijos ao pé-do-ouvido só para observar a beleza de um anjo adormecido; acorda-la com calorosos abraços, desejando-lhe maravilhosos dias apaixonados. Caminhar de mãos dadas sem medo de ser feliz, abraça-la aos rodopios como se tivessemos subitamente voltado à infância só para sentir o frio na barriga enquanto se gargalha sem receios, sem pudores. Isso infelizmente não ocorrerá mais.
Vou adormecer como sempre fiz, sonhando com uma vida onde a minha se cruza com a sua e somos felizes. Onde beijos apaixonados e olhares cúmplices se entrelaçam com poesias em tardes ensolaradas, onde o amor existe por simplesmente existir, e ser bom. Ser verdadeiramente belo. Onde podemos nos olhar nos olhos sem medos, com a certeza que o amor pode vencer tudo, pois onde há amor de verdade há respeito, há amizade, há carinho, há nós dois.
E vou acordar entristecido, mas ainda te amando, para viver a dura realidade que não precisava assim ser.

16 novembro, 2012

Necessidade de amor



As vezes paro e me questiono, questiono o modo com que vivo e como vivem os que me rodeiam, sobre nossas necessidades de amor. O quanto precisamos ser amados, o quanto nos dispomos a dar de amor àqueles que de bom grado nos alegram momentos dos nossos dias.
Precisamos mesmo de amor? O amor de mãe, o amor de mulher, o amor de criança, são tantas as formas de amor que existem que fica inevitável não ser surpreendido por uma ou muitas delas no decorrer de nossa jornada. E somos nós benevolentes, retribuindo a altura os amores recebidos? Em determinados momentos, por medo ou vergonha, ou ainda por pura incapacidade de amar (incapacidade esta muito tola, uma vez que todos nós sabemos desde cedo a amar) deixamos pessoas maravilhosas partirem por simplesmente negligenciar este sentimento tão belo e forte, alimento para a felicidade, combustível para o fogo das paixões eternas. Eternas enquanto houver amor, quando ele já não mais existir restará apenas cinzas e um amontoado de parafina retorcida por sobre o candelabro.
O texto abaixo, retirado de "Maktub", do escritor Paulo Coelho, reflete muito bem esse jogo de opiniões.


"Todos nós precisamos de amor. O amor faz parte da natureza humana - tanto quanto comer, beber e dormir. Muitas vezes sentamos diante de um belo pôr do Sol, completamente sós, e pensamos: 'nada disto tem importância, porque não posso compartilhar toda esta beleza com alguém.'
     Nestes momentos, vale a pena perguntar: 'quantas vezes nos pediram amor, e nós simplesmente viramos o rosto para o outro lado? Quantas vezes tivemos medo de nos aproximar de alguém, e dizer, com todas as letras, que estávamos apaixonados?'
     Cuidado com a solidão. Ela vicia tanto quanto as drogas mais perigosas.
     Se o pôr do Sol parece não ter mais sentido para você, seja humilde, e parta em busca do amor. Saiba que, assim como outros bens espirituais, quanto mais estiver disposto a dar, mais você receberá em troca."

13 novembro, 2012

Última vez


O disco na vitrola, a canção que toca aos estalidos do velho vinil o fazem lembrar do passado. A agulha patinando por sobre cada nota que se faz audível, resgatando velhas memórias de um tempo em que tudo que havia era a felicidade nas pequenas coisas, nas grandes e incomparáveis companhias, nos sorrisos sem motivo de uma juventude enclausurada e quase esquecida em retratos empoeirados na estante. Seus olhos se fecham aguçando ainda mais os sentidos, os lábios secos que um dia já foram umedecidos por bocas selvagens, e até mesmo por amor, agora esperam o calor de uma boa xícara de café. O tempo é implacável para todos.
As mãos trêmulas buscam retirar os óculos que ocultam as marcas de uma vida dura, porém fascinante. Uma lágrima de felicidade por tantas conquistas brota e desliza na pele áspera para ganhar liberdade no ar, até colidir com o chão frio de madeira. Já é possível ouvir o barulho da água esquentando no fogão, mas a melodia que paira no ar e o envolve é mais marcante que o estrondo de mil vendavais -pois encontra a alma e resgata um tempo mágico que jamais voltará. O tempo, armadilha preciosa e traiçoeira, não volta atrás para que se corrijam pequenas falhas do passado. É preciso viver o hoje com consciência de que precisamos acertar desta vez e não nos deixar impedir de caminhar por causa de terceiros .
É primavera, as flores começam a dar um novo tom à paisagem através da janela embaçada da choupana paupérrima de madeira. Ele respira fundo e fecha os olhos, cansado por tantos combates travados consigo mesmo ao longo de sua caminhada. Desabotoa alguns botões do seu casaco de lã cinza e recosta-se de forma aconchegante no sofá, sentindo uma leve e agradável brisa acariciar seu rosto, quase o convidando a se levantar para dançar uma valsa. Então adormece ao som das suas canções preferidas, enquanto a água esquenta para seu café.

10 novembro, 2012

Rapsódia



Eu queria
Amanhã pela manhã te libertar
E eu queria
Ver te voar
Sobre as montanhas cobertas de neve como antes.

Você, tão distante,
Ao mesmo tempo
Esta tão proxima
E a alma vai
Através da eternidade.
rapsodia
Eu queria
Libertar o coração
E queria
Ficar para trás
Fingir cair.

Porque assim voce estaria mais proxima
Iluminando
A minha vida
E a alma que se vai
através da eternidade
A alma, que se vai

Porque assim voce estaria mais proxima
Iluminando
A minha vida
E a alma que se vai
através da eternidade

Por Andrea Bocelli

06 novembro, 2012

O que vi da vida



Com 25 anos de vida posso dizer que já vi muitas coisas acontecerem ao meu redor, participei de intermináveis combates comigo mesmo e chorei por pensar erroneamente que não há um Deus sobre nossas cabeças. Diversas vezes perdi a fé em mim, perdi a fé nas pessoas ao meu redor que estendiam suas mãos em minha direção e me isolei, estive recluso a sós com meus fantasmas e provei do gosto amargo da solidão. Esta que me acompanhou por grande parte dos meus dias até então, vive de mãos dadas comigo até hoje. Sem tirar o mérito das conquistas alheias, sem tapar o sol com a peneira no que diz respeito a dor de terceiros -porque cada um de nós sabe a dor do calo que os nossos sapatos apertam- nem sobrepondo minhas experiências por sobre a vivência de pessoas "mais velhas", sinto que vivi muito mais do que precisava ter vivido. Tive dissabores, tive  fins de tarde observando o sol se pôr, tive amigos,  tive inimigos, tive uma vida bastante cheia de momentos inesquecíveis  para o bem e para o mal. É a vida uma coletânea de momentos.
Ainda pequeno precisei lidar com a rejeição materna; um joga de lá que eu pego de cá que, na ingenuidade infantil onde tudo é incompreensível demais, as pessoas são altas e as coisas estão sempre distantes, eu via minha mãe se afastando de mim, se afastando de meus irmãos e não entendia direito aquilo. Via meus irmãos se revoltarem das maneiras mais equivocadas possíveis  não por culpa deles, não construíram maturidade suficiente para esperar baixar a poeira e revidar para a vida de modos inteligentes e construtivos, perderam-se para as drogas, para a prostituição, para algumas mazelas que não estampam cartões postais com pinheiros Araucárias. Eu crescia em meio aquilo tudo, acordando com estilhaços de vidros arrebentados por pedras furiosas, com sirenes de camburões que sempre recolhiam um ou outro após um roubo, uma violência pelas ruas, quando as drogas os conseguiam deixar prostrados pelas tumultuadas e cheias praças de Ponta Grossa. Fui crescendo e percebendo que o mundo não era tão belo como parecia ser na TV.
As primeiras notas vermelhas no boletim, as primeiras surras por mau comportamento em sala de aula, a apatia para com o ensino e a desaprovação dos meus colegas que precisavam descontar em mim raivas por culpas que eu não cometera. Naquela época eu não podia prever mas jamais fiz amigos nas escolas, desde esses tempos até a mocidade. Eu era o saco de pancadas, era o pirralho fraco que todos adoravam zombetear. Apanhava quase todos os dias e quase todos os dias era visto como o problema. Minha professora de 2ª série conquistou completa ira para comigo, de modo que quando algo na sala não estava bem, eu era sempre o culpado. Eu quem levava palmadas, minhas mãos que recebiam repreensões com uma régua de madeira que me lembro bem, apesar da memória debilitada dos dias atuais, certa vez manchou-se de sangue por uma de minhas pequeninas unhas terem se quebrado com o golpe desferido, cortando meu dedo e transformando-o de branco-pálido em escarlate. Quase reprovei, mas consegui passar.
Lembro como se fosse hoje, na 3ª série eu era o gracejo preferido da turma enquanto que da minha 4ª série não trago recordações: é como se este ano escolar tivesse sido apagado da minha memória. Então na 5ª série, com diversos professores e matérias diferentes em um colégio diferente, experimentei o primeiro verdadeiro inferno da minha vida: a depressão.
Eu não podia ouvir negativas em minha direção que chorava. Não conseguia conversar com as pessoas, não me alimentava direito, estava cada vez mais recluso em mim, havia criado um circulo de meio metro de diâmetro que me era o porto seguro; tudo que estava fora dele era estranho, ruim, me assustava e eu não queria. Depois de quase 1 ano de tratamento com remédios consegui transpor esta fase negra. Mal sabia que a tempestade ainda estava por vir.
Fui enfim morar com minha mãe, que desde o primeiro momento deixou claro que eu era uma visita em sua casa, não tinha seu sangue, não tinha saído dela. Ela não poderia ter feito ser tão desprezível e insignificante como eu. Assim os dias se passavam, eu ouvia estas afirmativas, a via se embebedar ao ponto de quase se afogar no próprio vomito e urina, dava-lhe banho, para no dia seguinte começar tudo de novo. A adolescência chegou e com ela o crescimento espontâneo, fisicamente falando. Eu, que era um gordinho baixinho me transformei num "vara-pau" enorme, que atendia como "o drogado'; de "insignificante" para "drogado" já gozava de um salto de importância, uma vez que os drogados ao menos incomodam... Até então eu não sabia sequer do cigarro. O descobri por imbecilidade, descobri a maconha, o álcool, redescobri a escuridão que me atormentou há anos atrás. Então eu fugia de tudo e todos, passava dias, semanas nas ruas tentando me encontrar, tentando achar um motivo para aquilo tudo. O caminhão que me atropelou não fez o serviço direito e nem um osso sequer eu quebrei! (jamais quebrei osso algum)! Os remédios furtados da prateleira da drogaria não foram capazes de me dar senão náuseas, sonolência de quase 2 dias apagado e uma sensação de ressaca que parecia durar uma eternidade. Os goles de desinfetante me fizeram viajar, nada mais. E acordei com uma mistura na camisa de sangue, bilis e papa do que havia comido há uns dois dias antes desta tentativa frustrada de me libertar. Então a policia me encontrava nas ruas, eu apanhava deles, voltava pra casa, apanhava e fugia de novo... na escola eu era o mendigo drogado sem pai nem mãe, que só fazia merda e vivia cheirando mal pelas ruas. Os olhares de repulsa de todos entravam em minha alma e atacavam meu coração como agulhas ligeiras a bordar uma colcha de retalhos. Já não apanhava mais na escola, agora os maus tratos eram psicológicos, os socos eram verbais, os chutes eram a reprovação de todos pela minha presença no colégio.
Então o tempo passou e num surto de libertação fugi de casa pela ultima vez, ficando 3 meses e pouco na rua. Morar na rua não foi ruim, absolutamente, pois nela descobri de inúmeras formas como o ser humano não vale nada. Como somos podres, cada um de nós, totalmente podres. Nas melhores e piores intenções, somos podres.
Saltando enormemente no tempo e espaço, nessa trôpega cronologia cheia de lacunas a preencher, passando por 4 anos vivendo em um abrigo, convivendo com crianças cujos pais já não se importavam (tinha um menino de menos de 2 anos, João, que havia apanhado da mãe com cabo de vassoura e já não tinha os movimentos da mãozinha direita) aprendi muito, vi um outro lado do ser humano: o lado solidário  Fui ajudado por muitas pessoas, cuidei (por ser o mais velho) de diversas crianças maltratadas pela vida (assim como eu tinha também sido, na minha intensidade peculiar) e até tive "um filho", o pequeno Christian que me chamava de "papai". Meu coração se enchia de ternura com aquele gesto, hoje ele deve ter seus 13, 14 anos, se ainda estiver vivo. Se não tiver perdido pra vida.
Depois disso tudo vim para Brasília há 7 anos atrás, onde fui ajudado por meu tio. Sou ajudado até hoje, não mais financeiramente mas espiritualmente; saber dele, que tem seus 2 filhos lindos e uma esposa amorosa, me alegra a alma. Saber que ele está bem, jogar futebol com ele vez ou outra, me anima. Tive momentos de merda onde atentei contra mim uma vez mais, novamente sem sucesso. Trabalho, faço faculdade, sou apresentável, falo bem. Hoje, depois disso tudo, olho pra trás e não sei se me orgulho ou me entristeço. Não estou nos meus melhores dias atualmente, muitas dúvidas, muitos caminhos, muitas decisões a tomar: 7 anos atrás eu não tinha nem perspectiva do amanhã.
Olhando para trás eu observo que foi criado um homem cheio de manias, cheio de vícios, cheio de dúvidas, medos, incertezas, desconfianças. Uma pessoa comum, que errou e acertou, que teve sua parcela de culpa e mérito em cada conquista e em cada derrota e que precisa aprender muito, mas muito mesmo. Preciso aprender a não esperar demais das pessoas, não projetar nelas as minhas necessidades esperando que elas irão supri-las, pois não irão. Cada qual se preocupa com sua vida, com seu umbigo, com seus problemas e seus sonhos, seus horizontes, suas tempestades. Talvez eu precise me doar menos, ser mais "normal", já que o "normal" hoje em dia é não se importar, pensar de modo egoísta primeiro em mim para depois, se sobrar tempo e com muita relutância, penso nos outros, em quem está ao meu lado com um prato na mão pedindo ajuda. Eu sempre amei demais as coisas e pessoas, assim como sempre odiei com igual intensidade. 8 ou 80. Quando amo é pra valer, quando odeio sai de perto.
Nesses 25 anos de vida eu sorri, chorei, abracei, ajudei, morri e ressuscitei diversas vezes. Sou chato, egoísta, ranzinza, detalhista, intuitivo, rancoroso; no final das contas, o que eu preciso e todos nós precisamos é de mais carinho. Estou realmente cansado de dar mais que receber, viver nesse débito terrível.

05 novembro, 2012

Um Grande Dia para a Liberdade



No dia em que o muro veio abaixo
Eles jogaram os cadeados no chão
E com as taças erguidas nós gritamos pois a liberdade havia chegado
No dia em que o muro veio abaixo
O Navio dos Tolos finalmente atracou
Promessas incendiaram a noite como pombos de papel em vôo
Eu sonhei que você havia me deixado
Sem calor, nem mesmo o orgulho sobrou
E mesmo que você precisasse de mim
Ficou claro que eu não poderia fazer nada por você
Agora a vida perde valor a cada dia
À medida que amigos e vizinhos partem
E há uma mudança que, mesmo com arrependimento, não pode ser desfeita
Agora fronteiras mudam como areias dos desertos
Enquanto nações lavam suas mãos ensanguentadas
De lealdade, de história, em tons de cinza
Eu acordei ao som de tambores
A música tocava, o sol da manhã entrava
Eu me virei e olhei para você
E tudo menos o resíduo amargo fugia... fugia

03 novembro, 2012

Vencer, eis a dificuldade



"Correndo o risco do fracasso, das decepções, das desilusões, mas nunca deixando de buscar o amor.
Quem não desistir da busca,vencerá!"
Paulo Coelho

O problema é quando esta busca parece não dar em nada, se assemelha a um caminhar, caminhar, caminhar e não sair do lugar, não vislumbrar melhora, diferença. Sentir-se morrendo aos poucos com a água na cintura, escorregando para um gigantesco abismo sem haver uma mão para salvar-lhe a alma. Não há perfume oferecido que agrade os sentidos, não há sol no céu que lhe convença da calmaria, não há palavras e atitudes que convençam do contrário. Vários pesos e várias medidas.

02 novembro, 2012

November Rain



"...So if you want to love me
Then darlin' don't refrain
Or I'll just end up walkin' In the cold
November rain...
And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there's no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
'Cause nothin' lasts forever
Even cold November rain..."

01 novembro, 2012