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29 agosto, 2017

Minha primeira experiência com a ayahuasca / Daime ( Parte I )


Este relato é pessoal, único e intransferível. Nenhuma experiência é semelhante a outras, cada organismo é um único organismo. Cada um de nós é um universo.

Na data e hora aprazada estava eu no local do ritual, uma chácara afastada do centro de Brasília. Era 17:00 e fui solicitado a preencher uma ficha de anamnese, com uma série de dados pessoais e informações acerca da minha saúde. Estava eu e um amigo, preenchemos e aguardamos até o início do ritual, pretendido para as 18:00. Meu amigo já havia tomado o chá quando participou de um ritual da UDV - União do Vegetal.

Tomei extremo cuidado para não ver nenhum vídeo na internet sobre experiências de terceiros, sob o pretexto de não me influenciar. Sempre quis participar deste ritual e era meu dever, uma vez que enfim havia conseguido, fazer as coisas da maneira correta. Sem afobamentos, tudo ao seu tempo.

O local do ritual era bastante simples, mas organizado. Um salão octogonal com pé direito alto, onde eram fixados monitores de áudio (monitores de áudio, não alto-falantes normais) que seriam utilizados mais adiante. Aproximadamente no meio do salão duas mesas com bancos ao redor, onde os membros da religião possuíam seus lugares. Muitas imagens de Cristo, Nossa Senhora e dos fundadores desta religião. Muitos mosquitinhos, precisei da gentileza de um senhor que tinha repelente e me emprestou o frasco. Foi libertador!

Há uma regra bastante explícita: sempre percorrer a mesa em sentido anti-horário. Confesso não ter entendido essa premissa nem tampouco fiz questão de entendê-la. Mas a segui a risca.

Eu e mais umas seis pessoas éramos iniciantes, de modo que fomos receber o chá primeiro. Ouvimos do mestre a história daquela religião, como é preparado e o que é de fato o chá, do que é composto, de onde veio e o que esperar. Após breves quinze minutos recebemos o chá, e fomos advertidos para aguardar todos estarem de posse para que só então todos bebessem. Recebi a dose padrão (ou aparentemente padrão): dois dedos de um copo americano.

O chá é levemente denso, um pouco viscoso e de coloração marrom escuro. A impressão que temos é que estamos ingerindo uma batida de terra. Haviam me alertado que o chá é amargo, mas confesso que umas vinte gotas de Novalgina na água são mais amargas que o chá. Boldo é bem mais forte, ao menos pro meu paladar.

Quando todos tinham seus copos em mãos, o mestre solicitou que repetíssemos uma frase que ele disse e bebêssemos o chá. Ao lado da mesa havia um potinho com uvas sem caroço, para diminuir o gosto amargo da boca. Confesso que peguei umas duas, só pra rebater de leve o amargor. Todos nos sentamos em nossas cadeiras, destas de plástico branco.

A grande maioria das pessoas fechou os olhos, uniu as mãos como se orassem. Eu permaneci como estava, observando todos ao redor. Após alguns minutos uma moça aparentemente teve uma "peia", pois se jogou no chão e começou a falar coisas sem sentido, esmurrando o chão com todas as suas forças, gritando coisas como "eu sou louca!!". Precisou ser contida por assistentes da casa.

Os assistentes são "funcionários" da casa, que caminhavam com uma faixa (tipo miss) com os dizeres "Assistente do Mestre". Eles cuidavam de nós, estavam sempre perguntando se estávamos bem. Os assistentes também tomaram do chá, mas uma dose muito reduzida. Precisavam estar em plena consciência.

Passados alguns minutos e nada aconteceu comigo, ao passo que tinha gente próxima a mim que aparentava já estar em transe, movendo suas mãos de uma forma muito semelhante ao que Renato Russo fazia em seus shows. Olhei no relógio, passava-se trinta minutos e nada acontecia comigo.

Então senti um toque no ombro. Era o mestre.

"Você está bem?"

"Estou, estou sim." -Respondi de imediato.

"Relaxe. Feche os olhos e respire, não se importe com o seu redor." -Disse o Mestre.

Agradeci o conselho e fechei os olhos, relaxei o corpo na cadeira e respirei de maneira calma.

Minhas extremidades começaram a ficar dormentes. Uma sensação muito próxima à maconha.

Como de imediato senti meu nariz escorrer. Comecei a tentar limpar com meu braço mas quanto mais eu limpava mais a coriza aumentava, e quando menos esperava meu nariz parecia uma torneira de catarro. Meus olhos começaram a lacrimejar como se eu chorasse, mas não havia choro: apenas lágrimas. Nenhuma tristeza.

Neste momento a música que tocava, que lembrava Ênia, foi interrompida pelo Mestre entoando alguns cânticos. Instantaneamente, como por um passe de mágica, a voz do Mestre em meus ouvidos fez meus olhos enxergarem coisas que eu jamais poderia imaginar ver. O chão parecia se mover.

O chão do salão possuía algumas ranhuras e imperfeições de tonalidade. Para exemplificar, talvez o chão não fosse muito agradável para pessoas que sofrem de tripofobia, embora as figuras lá não serem exatamente simétricas. Estas ranhuras expeliam fractais que cobriam o chão onde minha cadeira estava, onde meus pés tocavam. Recordo de, com o nariz todo melecado e os olhos marejados, olhar para os lados no chão e me perguntar "Mas que porra é essa?" muito mais com uma surpresa que com espanto. Enquanto a voz do Mestre estava ecoando no salão, os fractais continuavam sob uma lógica que eu não podia controlar. Eu era um mero espectador do que eu via.

Tomado pela surpresa e incredulidade do que meus olhos insistiam em me mostrar coloquei-me em pé, e comecei a andar sem rumo pelo salão, olhando fixamente para baixo, apreciando as figuras que se formavam diante de meus pés. Meu amigo disse que um assistente do Mestre veio ao me encontro por duas oportunidades, mas lembro com certeza apenas da última, quando ele me conduziu até uma cadeira para que eu me sentasse. Da primeira vez não me lembro.

Neste momento eu não tinha noção exata das pessoas ao meu redor; o cover do Renato Russo já não aparecia no meu campo de visão e a moça no chão, antes tão revoltada em sua "peia", agora talvez dormisse pois sua voz já não mais me afetava: Eu ouvia apenas o que o Mestre dizia. E via os fractais pelo chão.

Durante toda a noite os cânticos desta religião foram reproduzidos e cantados a plenos pulmões pelos membros da religião. Todas as letras versavam sobre o amor de Deus por nós, pela necessidade de se agir bem e propagar este mesmo bem. Alguns cânticos não eram nada mais que o nome da raíz e da folha que dão origem ao chá, mas entoados de maneira a realmente parecerem mantras repetitivos e "grudentos". Em um dado momento lembro da luz ter ficado mais fria e baixa, quando uma voz bastante grossa e robotizada começou a nos ordenar coisas, como "...há apenas um ser aqui neste recinto, Deus todo poderoso. A partir de agora você fará somente o bem...". Neste momento meu organismo me permitiu alguns poucos segundos de lucidez e conclui que aquele ritual religioso muito se assemelhava com um ritual de hipnose, onde nossa mente está fragilizada e suscetível a ordens e sendo bombardeada com uma voz amedrontadora totalmente imperativa. Uma espécie de lavagem cerebral. Neste momento pensei ser possível que, caso seja da intenção do Mestre que conduz o ritual, ele poderá sugerir atrocidades (assassinatos? estupros?) como sendo atitudes normais, que devem ser feitas. Será isso possível?

Após uma leve sensação de mal estar e aperto no peito, como um desejo de se livrar de algo interno ao corpo, levantei-me novamente e caminhei para fora do salão, para tomar um ar.

Meu amigo estava em pé na parte de fora e perguntou se eu estava bem, então lhe respondi que queria vomitar. Em um raio de aproximadamente cinco metros de nós talvez umas três pessoas estivessem vomitando pelo gramado. Como eu só havia almoçado no início da tarde, e já estávamos beirando as dezenove horas, senti a ânsia repuxar meus órgãos internos mas não pude cuspir nada. Nada havia a ser cuspido; uma das piores sensações da vida é sentir a vontade de vomitar e nada ter no estômago.

Alcancei uma cadeira e sentei, observando de fora do salão ladeado de janelas o ritual continuando. Sempre alternando entre olhos fechados e objetos geométricos na memória enquanto os cantos eram reproduzidos, e vendo fractais pelo chão enquanto o Mestre se fazia ouvir. Após alguns minutos fui completamente tomado por uma necessidade infinita de rir. Sem motivo.

Apenas rir. Gargalhar.

Imagino que eu deva ter passado mais de uma hora apenas rindo, e me lamentando que não conseguia parar de rir. Lembro que em dado momento me senti mal pelo fato de alguém supor que meu riso constituía chacota para com o ritual e a religião. É evidente que esse não era o motivador, porque não havia um motivador. Era apenas risos incontroláveis.



CONTINUA NA PARTE II











































26 janeiro, 2014

Vícios da vida




São inúmeros os vícios da nossa vida. Durante este curto espaço de tempo em que vivemos -aqui na Terra- somos puxados por uma mão gigante para os obscuros becos dos vícios, dos quais muitos algumas vezes não retornamos jamais
Bebida, cigarro, maconha, jogos. Esta é apenas uma minúscula amostra do que está a nossa volta, do que suga nossas energias, do que acaba com nossa alma. Largar um vício é uma via-crucis, pois depois de adquirido, esta droga toma parte de nosso corpo, dos nossos sentimentos, do nosso cotidiano. Largar o cigarro não tem sido nada fácil neste um ano e meio que se passou.
São tantos os prazeres da vida (futebol, mulheres, homens, filmes, cinema, musica, canto...) que fica incoerente dizer que o seu vício é realmente necessário para um bem-estar (momentâneo?) e, depois de ter passado por tantas dificuldades (nenhuma maior que o desafio de, quando pequenos, dar os primeiros passos autonomamente), não é justo deixar a vida, a alegria, as amizades, os amores se perderem por causa de um vício, que corrompe a alma, destroi o corpo.
Com o tempo descobriremos a fantástica magia do mundo sem vícios, -ou morreremos sem entender o prazer da liberdade- , e, ao olhar para trás, perceberemos que então vivemos para nós, sem uma substância ou objeto que jamais lhe proporcionaria felicidade verdadeira. Pra ser sincero, felicidade nenhuma.
Já apaguei meu cigarro.

20 maio, 2013

Cada um na sua

 
Somos diferentes mas todos tão iguais, cada qual com seus medos, receios, angústias e solidões. Nossa vida é uma cartilha de momentos que contam uma história maravilhosa no apanhado de contos, experiências e no vão "tic-tac" de um segundo. Até o carvalho mais frondoso tombará por terra um dia.
Nossos erros nos conduzem a aprendizados, os aprendizados nos propiciam acertos futuros; uma hora se erra e na outra, vencemos. Não é preciso ganhar sempre, não é possível ganhar sempre, os sorrisos não são eternos e após as tempestades mais traiçoeiras o sol brilhará no horizonte. Sempre.
Cada um na sua, com muita coisa em comum.

14 abril, 2013

Dein ist mein ganzes Herz



Dein ist mein ganzes Herz!
Wo du nicht bist, kann ich nicht sein.
So, wie die Blume welkt,
wenn sie nicht küsst der Sonnenschein!
Dein ist mein schönstes Lied,
weil es allein aus der Liebe erblüht.
Sag mir noch einmal, mein einzig Lieb,
oh sag noch einmal mir:
Ich hab dich lieb!
Wohin ich immer gehe,
ich fühle deine Nähe.
Ich möchte deinen Atem trinken
und betend dir zu Füssen sinken,
dir, dir allein! Wie wunderbar
ist dein leuchtendes Haar!
Traumschön und sehnsuchtsbang
ist dein strahlender Blick.
Hör ich der Stimme Klang,
ist es so wie Musik.
Dein ist mein ganzes Herz

28 março, 2013

An Die Freude

 
 
O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern lasst uns angenehmere anstimmen
und freudenvollere!
                       
Freude, schöner Götterfunken,
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuertrunken.
Himmlische, dein Heiligtum!
Deine Zauber binden wieder
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder
Wo dein sanfter Flügel weilt.
                       
Wem der grosse Wurf gelungen
Eines Freundes Freund zu sein,
Wer ein holdes Weib errungen,
Mische seinen Jubel ein!
Ja, wer auch nur eine Seele
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Und wer's nie gekonnt, der stehle
Weinend sich aus diesem Bund.
                       
Freude trinken alle Wesen
An den Brüsten der Natur;
Alle Guten, alle Bösen,
Folgen ihrer Rosenspur.
Küsse gab sie uns und Reben,
Einen Freund, geprüft im Tod;
Wollust ward dem Wurm gegeben,
Und der Cherub steht vor Gott!

Froh, wie seine Sonnen fliegen
Durch des Himmels prächt'gen Plan,
Laufet, Brüder, eure Bahn,
Freudig, wie ein Held zum Siegen.

Freude, schöner Götterfunken,
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuertrunken.
Himmlische, dein Heiligtum!
Seid umschlungen, Millionen.
Dieser Kuss der ganzen Welt!
Brüder! Über'm Sternenzelt
Muss ein lieber Vater wohnen.
Ihr stürzt nieder, Millionen?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Such ihn über'm Sternenzelt!
Über Sternen muss er wohnen.

10 março, 2013

À Beira Do Pantanal





Foi lá na beira do Pantanal
Seu corpo tão belo enterrei
Foi lá que eu matei minha amada
Sua voz na lembrança eu guardei:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?"

Assassinei quem amava
Num gesto sagrado de amor
O sangue que dela jorrava
A sede da terra acalmou
E lá onde jaz o seu corpo
Cresceu junto com o capim
Seus lindos cabelos negros que eu
Regava como um jardim

A lei dos homens me condenou:
Perpétua será tua prisão
Porque foi eu mesmo quem calou
Com aço aquele coração

E eu preso aqui nessa cela
Deixando minha vida passar
Ainda escuto a voz dela
No vento que vem perguntar:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?
Cravaste em mim teu punhal
Por que esse golpe mortal??

Composição: Cláudio Roberto / Raul Seixas 

06 março, 2013

Natália



Vamos falar de pesticida
E de tragédias radioativas
De doenças incuráveis
Vamos falar de sua vida
Preste atenção ao que eles dizem
Ter esperança é hipocrisia
A felicidade é uma mentira
E a mentira é salvação
Beba desse sangue imundo
E você conseguirá dinheiro
E quando o circo pega fogo
Somos os animais na jaula
Mas você só quer algodão doce
Não confunda ética com éter
Quando penso em você eu tenho febre

Mas quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você

É complicado estar só
Quem está sozinho que o diga
Quando a tristeza é sempre o ponto de partida
Quando tudo é solidão
É preciso acreditar num novo dia
Na nossa grande geração perdida
Nos meninos e meninas
Nos trevos de quatro folhas
A escuridão ainda é pior que essa luz cinza
Mas estamos vivos ainda

E quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você
Quem sabe um dia eu escrevo
Uma canção pra você

01 fevereiro, 2013

Minhas belezinhas. Que venham outras!!

 



  

 



 
 

Vivo per lei



Vivo per lei da quando sai
la prima volta l'ho incontrata
non mi ricordo come ma
mi è entrata dentro e c'è restata
Vivo per lei perché mi fa
vibrare forte l'anima
vivo per lei e non è un peso

Vivo per lei anch'io lo sai
e tu non esserne geloso
lei è di tutti quelli che
hanno un bisogno sempre acceso
come uno stereo in camera
di chi è da solo e adesso sa
che è anche per lui, per questo
io vivo per lei

È una musa che ci invita

a sfiorarla con le dita

atraverso un pianoforte
la morte è lontana
io vivo per lei

Vivo per lei che spesso sa
essere dolce e sensuale
a volte picchia in testa una
è un pugno che non fa mai male

Vivo per lei lo so mi fa
girare di città in città
soffrire un po' ma almeno io vivo

È un dolore quando parte

Vivo per lei dentro gli hotels

Con piacere estremo cresce

Vivo per lei nel vortice

Attraverso la mia voce
si espande e amore produce

Vivo per lei nient'altro ho
e quanti altri incontrerò
che come me hanno scritto in viso
io vivo per lei
Io vivo per lei
sopra un palco o contro ad un muro

Vivo per lei al limite

anche in un domani duro

Vivo per lei al margine

Ogni giorno una conquista
la protagonista sarà sempre lei

Vivo per lei perché oramai
io non ho altra via d'uscita
perché la musica lo sai
da vero non l'ho mai tradita

Vivo per lei perché mi da
pausa e note in libertà
Ci fosse un'altra vita la vivo
la vivo per lei

Vivo per lei la musica

Io vivo per lei

Vivo per lei è unica

Io vivo per lei
Io vivo per lei
Io vivo per lei

03 janeiro, 2013

O show deve continuar - Freddie Mercury

http://www.youtube.com/watch?v=4ADh8Fs3YdU



Espaços vazios... Pelo que nós estamos vivendo?
Lugares abandonados
Eu acho que já sabemos o resultado
De novo e de novo, alguém sabe o que nós estamos procurando?
Um outro herói, outro crime impensável
Atrás da cortina, na pantomima
Segure a linha, alguém quer segurar um pouco mais?
O show deve continuar
O show deve continuar, sim
Por dentro meu coração está se partindo
Minha maquiagem pode estar escorrendo
Mas meu sorriso permanece...

O que quer que aconteça, eu deixarei tudo à sorte
Uma outra melancolia, um outro romance fracassado
De novo e de novo, alguém sabe pelo que nós estamos vivendo?
Eu acho que estou aprendendo
Eu preciso me aquecer agora
Em breve estarei virand
a esquina agora
Lá fora está amanhecendo
Mas dentro da escuridão estou ansiando para ser livre
O show deve continuar
O show deve continuar, sim, sim
Por dentro meu coração se parte
Minha maquiagem pode estar escorrendo
Mas meu sorriso permanece...

Yeah yeah, whoa wo oh oh

Minha alma é pintada como as asas das borboletas
Contos de fada de ontem vão crescer mas nunca morrer
Eu posso voar - meus amigos
O show deve continuar
O show deve continuar
Eu irei enfrentar tudo com um grande sorriso
Eu nunca irei desistir
Adiante com o show!!

O show deve continua
O show deve continuar

Oh, eu vou dar um lance maior, eu vou superar
Eu tenho que achar vontade para continuar
...continuar com o show
...continuar com o show
O Show - o show deve continuar

Vera Verinha - Raul Seixas

http://www.youtube.com/watch?v=fKfTlp5d85Y
 
Vera, Verinha
Vera, verás
Que serás minha
Sempre serás

Vera, Verinha
Vera, verás
Que serás minha
Sempre serás

Vera, menina
Preste atenção
Ouça o que eu digo
Nesta canção

Vera, Verinha
Vera, verás
Que serás minha
Sempre serás

Azul no céu
Verde no mar
Somente a minha
Vera, verá