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25 setembro, 2009

Ângela...

Mesmo que me aperte essa sensação sem nome
Ou que me faça engolir a seco a minha sede é de
Ângela, Ângela, Ângela
Quantas vezes eu me quis negar
Mas o meu rio só corria em direção ao mar, em direção ao mar de
Ângela, Ângela, Ângela
Rouba do meu leite agora
O gosto da minha vitória
Do meu amor, do meu amor por mim
Eu que me achava o rei do fogo e dos trovões
Eu assisti meu trono desabar sedendo as tentações, as tentações de
Ângela, Ângela, Ângela
Minha espada erguida para a guerra com toda fúria que ela encerra,
No entanto, no entanto, é tão doce, tão doce para
Ângela, Ângela, Ângela

14 setembro, 2009

Novo 'Layout' - 3 Anos!!! \o/



Bom dia a todos.
Este fim de semana, como podem observar, alterei o 'Layout' do blog, sua 'cara' e funcionalidades.
Uma aparência mais limpa, embora bastante arrojada e estéticamente agradável; sem cores fortes em demasia nem tampouco fontes exageradas ou inacessíveis ao olho nú.
A proposta de um blog limpo, sem propagandas ou modismos foi e sempre será mantida. Minha finalidade aqui não é ganhar dinheiro, mas sim ocupar a mente com o que adoro fazer: pensar e escrever.

Há agora uma caixa de busca interna, onde vocês poderão pesquisar termos ou frases neste blog (puxa vida, a frase 'xxxx xxx' eu a li neste blog, mas não recordo em qual post... vou procurar!). Há também um relógio bonitinho e um calendário, para lembrarmos as horas e dias de se pensar.
Prévias dos ultimos posts também podem ser encontrados facilmente no menu à esquerda, onde inseri também links para alguns pensadores que adimiro, e sempre visito seus blogs. Visite também! Vale a pena.

E, como não poderia deixar de ser, a "BRASÍLIA SUPER RÁDIO - FM" estará presente conosco. Basta clicar para ouvir as mais belas canções da música universal 24h por dia, com notícias atualizadas da Rede Bandeirantes de jornalismo.

Tenham todos uma excelente semana muito produtiva. Obrigado por participarem destes 3 anos de Pensamentos de um Primata!!
Abraços.

J. Lacerda
ou, Trovador.

Imagem: hardinformatica

11 setembro, 2009

11 de setembro - O mundo mudou há 8 anos



Que a dor pela perda de parentes e amigos (estes ultimos, parentes por escolha) seja minimizada, uma vez que esquecer é tarefa impossível.


 Foto: The Falling Man foi tirada por Richard Dr

03 setembro, 2009

Sobre a falta de educação do brasileiro.




Sim, o título diz tudo o que há. Com o crescimento e desenvolvimento populacional as pessoas, quando deveriam progredir em seu intelecto, agir de forma mais coerente, preocupada com os demais ao seu redor (pois o metro quadrado fica mais disputado a cada dia que passa) estão regredindo! Cometendo atos grotescos, grosseiros, inimagináveis, creio eu, há algumas décadas atrás quando, ao que tudo indica, as coisas eram diferentes, as pessoas eram mais educadas.

Caminhando pelas ruas, tem gente que não dá a mínima para o fato dela mesma estar rodeada de inúmeras pessoas que incrivelmente e inexplicavelmente possuem suas ambições, sentem dores, anseiam por um sem-fim de badulaques que nos foge a compreensão. Estes imbecís infames poderiam, ao menos, manter-se à sua direita para evitar atropelamentos e nervosismos. Mantenha a sua direita, sempre, caro leitor. Mantenha a sua direita, sempre, caro leitor. Há ainda aqueles que, mesmo não etilizados (ou aparentando não estarem), vão de um lado ao outro, promovendo tamanha confusão com um ato tão simples e tão antigo: andar para frente.

Não bastasse esta aberracidade desmedida, nos metrôs encontramos muitos infelizes que, pela sorte que lhes falta poderiam estar mortos; não sabem que dois corpos não ocupam o mesmo espaço no universo! E se enfiam tal qual agulha em couro cru, sem poder aguardar, pacientes e indolores, os passageiros que precisam deixar os trens assim o fazê-lo. Esperem, animais! A porteira abriu, mas a comida está noutro cocho distante, não neste...

E essa lei da humanidade atual aplica-se à elevadores e quaisquer coisas que tenham portas trafegáveis. Inúteis paspalhões.

Me causa nojo e repúdia quando, em onibus coletivos lotados de moribundos já cedo, nas primeiras horas de sol presente, velhas múmias tagarelam alcançando tons e notas assombrosas até mesmo mesmo a Pavarotti. Um tal de risada alta, palavras de baixo calão, risadas altas e tosses; palavras de baixo calão e a minha agonia do destino estar distante. Distante mesmo anda minha paciência.

Crianças chorando, sem educação -pois nem mesmo as crianças hoje conseguem educação de berço- e se debatendo, batendo nos outros, urinando em locais publicos... Um horror. Se há de haver a degradação humana, já há por aqui há algum tempo e parece que poucos perceberam.

Mas deixe-me calar-me por aqui, senão ficarei mais irritado ainda.


Foto: 1º Memorial Javier Carpintero de Xadrez.