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27 outubro, 2007

Cotidiano.

Eu quero que todos morram. Eu quero que todos sejam mortos. Eu quero matar todos. Eu quero ser morto por cada um deles.


Eu só quero entender.

24 outubro, 2007

Canto da alegria.

Você passou de repente e, neste momento, tudo pareceu ter perdido o sentido, o tempo parou e só havia você, desfilando seus longos cabelos cacheados enquanto olhava, distraída e linda, as horas no seu relógio. Tentei fazer algo, dizer algo, mas nenhum músculo se mecheu neste instante. A fumaça do meu cigarro deixava minha boca lentamente enquanto você partia, enquanto eu tinha a certeza de nunca mais a ver, jamais poder sentí-la, em hipótese alguma poder beijá-la.
Mas então seus passos ficaram lentos, as dunas se modificaram com os ventos e seu corpo parou!

Meu deus, ela parou!!!

Então deu meia volta e, com semblante apressado, veio em minha direção com passadas fortes enquanto meu coração disparava, tentava sair juntamente à fumaça de cigarro da minha boca. Pegou seu celular e esboçou ligar, digitar números para mim desconhecidos. Então antes que você chegasse até mim, um carro branco parou ao meio-fio.
Você sorriu, entrou e em mil pedaços deixou meu coração.

Ralo


As vezes as coisas parecem tão difíceis que a única vontade que a gente tem é de sumir! Mas a gente sempre pode tentar ser feliz em outro lugar, com outras pessoas.

15 outubro, 2007

Deixando tudo.


Quero morrer, e quero que seja breve.

Quero deixar minhas coisas bagunçadas na minha santa bagunça, onde tão perfeitamente me encontro a cada fim de dia, a cada fim de ânimo, forças. Quero partir e não olhar para trás, não olhar para dentro e não quero pedir perdão. Quero morrer, não quero consolação.

Quero olhar para as paredes brancas do meu quarto e sentir o sangue correr para fora do meu corpo, enquanto minha alma desliza para longe da carcaça humanamente desagradável que se arrasta para longe de tudo, de todas as dores, de todas as mentiras e falsidades, de todas as faltas de apoio e todas as malevolências daqueles que me sorriam latindo.

Quero morrer, e quero que seja em breve.

09 outubro, 2007

Você tem medo de quê?




Fabiana, em seu blog (http://tao-importante.blogspot.com/), indagou-me sobre o que me causa medo.

Vacilei por uns instantes e sorri, meio abestalhado enquanto coçava o, por minha avó assim chamado, cucuruco da cabeça, e comecei a pensar sobre a questão.

E cheguei a conclusão: às vezes tenho medo de mim, do que faço e penso.


Mas, deixando de filosofia de bar e modismos, digo que tenho pavor de piscina, rio, mar... um pavor irracional cujo qual não sei nada, não lembro de traumas...

A morte não me assusta, pelo contrário, acho que morrer deve ser uma experiência fantástica para todas as pessoas. Imagina só: de repente, você morre! Sinistro...


Já senti medo de escuro, medo de altura, medo de aranha e ratos. Senti medo de ficar sozino, medo de machucar alguém, medo de estar perdido e perdido não me encontrar.


Sentir medo é natural, é racional, é tão legal... o friozinho besta percorrendo a espinha, o suor calando qualquer perspectiva de palavra e as mãos, tadinhas, completamente trêmulas, frias, desastradas.


É isso!!

1 ano de vida!!!!!





Obrigado a você que lê este blog de vez e quando ou de vez em sempre!!


Obrigado a você que leu, achou ruim e nunca mais voltou.


Obrigado a você que divulgou.


Obrigado a você que me deixa, com estas mais de 3000 visitas e um ano de blog, completamente contente!!



Meu sinceros agradecimentos!!!


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Parabéns pra você nesta data querida!! Muitas felicidades, muitos anos de vida!!!
Não, não haverá discurso... :) Sou tímido, desajeitado e não me dou bem com as palavras... hehehehe


Real

Enquanto bombas explodem, crianças morrem antes mesmo de observar o mundo exterior, mulheres são violentadas brutalmente, filhos dos filhos de outros filhos morrem em combate por uma bandeira que não vale nada...


...eu continuo a escrever como se nada estivesse acontecendo!

05 outubro, 2007

Procure seus próprios rumos...












... e aprenda com as pegadas deixadas pra trás. Ouça o estalido seco das folhas quebrando sob suas sandálias e permita que o odor da natureza invada sua alma.



Beba da fonte de águas limpas e purifique sua vida. Há duas fontes, escolha o coelho que melhor lhe couber.



Procure seus próprios rumos, abandone seus pudores, abra seus olhos para a sombra de tudo ao seu redor mudando de posição.

E não se esqueça que a mesma folha não cai sozinha duas vezes da árvore.






02 outubro, 2007

Transmutação

Difícil entender nossas mudanças. Nossas sérias e rotineiras mudanças.

Sinto-me duna ambulante nestes últimos tempos, vendo-me sempre de diferentes e tão diferentes modos a cada dia, a cada instante; ora o sorriso transborda pelas alegrias e momentos maravilhosos, outrora o olhar tão limpo torna-se rubro fogo de ódio, descontentamento, desolação.
Viver é ir do céu ao inferno em questão de segundos.